Eu quis ser professora.
Depois, quis ser historiadora.
Daí, quis ser jornalista.
Um dia, então, comecei a fazer teatro. E descobri que gostava mesmo era dos bastidores - não tanto o palco, eu mal via a platéia, quem aplaudia. Quando ficava atrás da cortina, via tudo, via todos, o circo estava montado, o espetáculo completo, e eu tinha ajudado a montar.
Com as paixões, descobri que gostava de djs - pq o cara chegava antes de todo mundo. Eu subia nas mesas, conversava. E, descobri, que eu queria viver de festas: não nelas, mas pra organizar elas.
Queria organizar, montar, contratar, testar, confirmar. Saber como ia ser antes, deixar tudo pronto, ver acontecer. Ver o começo da festa, poder ouvir música nos fones do dj, perguntar sobre o ajuste dos telões, os convidados vips, ver se tava tudo certo, ver o pessoal dançar, e voltar pra minha casa. Mas daí alguém me disse, me convenceu, que isso não é vida - que boas meninas não vivem de festas. Boas meninas não são promoters - não da noite. A faculdade mudou minha cabeça - mas, ai, não minhas paixões.
Eu entrei pra um escritório e, 'nas voltas da vida', volta e meia ajudo a organizar um evento. Sei que horas equipamentos e produtos e divulgadores tem que estar lá. Que horas tudo tem que estar montado. O que vai vender, quanto vai custar, quem pretende ir. Conheço o cara que deu a idéia da festa, o cara que correu atrás, e o que tá de bobeira só distribuindo convites. Sei pra quem ligar se precisar de algo, sei quem vai me ligar se algo der errado, sei como vai ser resolvido tudo quando a festa acabar. Se precisa de lua, se tanto faz a chuva. Na correria de todo mundo, eu acabo abraçando a causa - me cansa, me estressa, mas quando eu vejo o resultado...é bom, e eu só sinto vontade de mais mais mais.
Que fazer?
Depois, quis ser historiadora.
Daí, quis ser jornalista.
Um dia, então, comecei a fazer teatro. E descobri que gostava mesmo era dos bastidores - não tanto o palco, eu mal via a platéia, quem aplaudia. Quando ficava atrás da cortina, via tudo, via todos, o circo estava montado, o espetáculo completo, e eu tinha ajudado a montar.
Com as paixões, descobri que gostava de djs - pq o cara chegava antes de todo mundo. Eu subia nas mesas, conversava. E, descobri, que eu queria viver de festas: não nelas, mas pra organizar elas.
Queria organizar, montar, contratar, testar, confirmar. Saber como ia ser antes, deixar tudo pronto, ver acontecer. Ver o começo da festa, poder ouvir música nos fones do dj, perguntar sobre o ajuste dos telões, os convidados vips, ver se tava tudo certo, ver o pessoal dançar, e voltar pra minha casa. Mas daí alguém me disse, me convenceu, que isso não é vida - que boas meninas não vivem de festas. Boas meninas não são promoters - não da noite. A faculdade mudou minha cabeça - mas, ai, não minhas paixões.
Eu entrei pra um escritório e, 'nas voltas da vida', volta e meia ajudo a organizar um evento. Sei que horas equipamentos e produtos e divulgadores tem que estar lá. Que horas tudo tem que estar montado. O que vai vender, quanto vai custar, quem pretende ir. Conheço o cara que deu a idéia da festa, o cara que correu atrás, e o que tá de bobeira só distribuindo convites. Sei pra quem ligar se precisar de algo, sei quem vai me ligar se algo der errado, sei como vai ser resolvido tudo quando a festa acabar. Se precisa de lua, se tanto faz a chuva. Na correria de todo mundo, eu acabo abraçando a causa - me cansa, me estressa, mas quando eu vejo o resultado...é bom, e eu só sinto vontade de mais mais mais.
Que fazer?
Hoje, eu quero mexer com R.H. Isso as boas meninas podem, disseram.
Eu né. A Intense continua nessa história, quase causa perdida: ser promoter...
Ouvindo: Just Wont Do - Tim Deluxe

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