notei a febre do dia dos namorados quando o comércio não fechou no fds. falei pra quase todos os blogueiros que, eu me recusava a fazer qualquer comentário sobre a data – e realmente, na minha...ahn, ‘situação’, de quem terminou um namoro há uma semana do dia dos namorados, complica um pouco. mas no fim das contas, eu lembrei de uma coisa que eu queria comentar, e talvez não só comentar, como postar sobre o assunto, me ajude a ir deixando as coisas pra trás.
o dia dos namorados ta aí. ao contrário de muita gente, eu nunca achei que o dia dos namorados fosse exploração comercial – isso parece desculpa de gente mal amada. sempre interpretei o dia dos namorados como, aquela pausa que a gente faz, pra lembrar que no meio de tanta pressa, correria, cobranças, brigas, noites, rotinas...existe alguém de quem a gente não abre mão da presença, do carinho, do sorriso, de ter ali de mãos dadas com a gente, pra vida. e como oficialmente só se pode ter UM NAMORADO, é ser único nessa data. não é aniversário que todo mundo lembra de vc, nem Natal que todo mundo é lembrado por todo mundo. é uma data em que alguém lembra somente de alguém, e vice versa. e, a partir disso, poder fazer qualquer mimo mínimo pra agradar. driblar a rotina, sair pra um programa diferente, comprar algo que a pessoa queira. etc.
pensando nisso (quando eu tava tentando pensar em algo legal pra inventar pra esse dia dos namorados, aff...) e ouvindo uma música nova da Ana Carolina, eu lembrei de uma história. dá licença, gente, deixa eu viajar um pouco no romantismo banal que eu tenho.

quando eu era mais nova, eu brincava que, o tal ‘homem da minha vida’ seria aquele que me presenteasse com 24 rosas vermelhas. duas dúzias de rosas vermelhas, como preferir. tá tá tá, sim, eu já sei, flor morre e não serve pra nada, ainda mais eu, mulher do tal ‘mundo moderno’ com um pensamento desses e talz...mas é, eu sempre quis ganhar as tais 24 rosas vermelhas. e daí?
já ganhei, durante vários dias seguidos, uma rosa de cada vez e de cada cor. já ganhei uma flor roubada a cada encontro. já fui acordada num domingo de manhã com um cesto enorme de flores vermelhas – que não eram rosas e nem eu queria o ‘remetente’ mais, ahuahauhuahuah...mas não as tais 24 rosas vermelhas.
portanto, eu ainda quero as tais 24 rosas vermelhas. se alguém desconfiar que pode ser o homem da minha vida e vice-versa, me liga que eu passo meu endereço e espero a visita. sua, não das flores. que serviço de entrega de flores é paia. ¬¬
=p
ps.: meu humor negro está a mil.
ps do ps.: tou uma Intense super estranha hoje. é.
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