sou uma pessoa q, já se habituou falar 'eu te amo' 1488 vezes num dia. não pq era eu, mas pq se essa era a forma de demonstrar amor, afeto, que a outra pessoa precisava, putz, pq não aprender? mas não sou eu. agora eu descobri q convivi de perto, perto, apenas com uma pessoa. e q então, no geral, eu não sei como eu sou nesse sentido. será q eu sou romântica, ou não?
sei q na empresa essa semana disseram q eu pareço ser meio rebeldezinha em relacionamento. COMO ASSIM, BIAL? 'do tipo q não é de mto nhém nhém nhém, mimimi, q faz as coisas sozinha, não fica dando lado'. oO pensei logo: jura q essa é a imagem q eu passo? depois pensei q, eu não sei mesmo q imagem é q eu passo, pq talvez eu nem saiba como eu sou.rs
explicar q focinho de porco não é tomada, né. pô, eu sou independente - nunca fui tanto. me viro sozinha numa booooa. daí nasce minha idéia de 'romantismo'. eu faço sozinha, mas gostaria q vc fizesse comigo, sabe? adoraria, amaria. não sou da turma do 'eu te amo' toda hora, do mimimi, meu benzinho, meu amorzinho, meu amor-pra-vida-toda, razão da minha existência [ALÔOOO]. visto a roupa numa boa, aprendo, acostumo...mas o meu romantismo, é oq não é romantismo nas pessoas. e eu já levei na cara por isso.
se vc é tudo pra mim, eu gosto, adoro te falar. adoro dizer q senti falta, senti saudade. q sem vc não tem graça. q o sábado nem é sábado se não tiver vc, e q é pra vc q eu fico linda, me cuido. gosto de cuidar, mimar, bajular. acordar pra olhar dormir. mandar msg, email, cartão, carta. e eu adoro, adoooooro fazer as coisas 'em dupla'. pensar, decidir, resolver, sair, comprar, arrumar juntos. adoro. meu romantismo é sincero, é ser sincero, é deixar o outro saber o tanto q eu gosto, adoro, admiro. eu não forço: flui. e isso é tudo de mim q eu sei, qdo é pra ser eu com os outros...e falta mta coisa pra saber. e como já fui cobrada em outro sentido, não sei se oq eu sou realmente, é suficiente pra ser amor, pra demonstrar amor, pra que a outra pessoa tb se sinta amada.
e tudo q eu tenho sentido nos últimos dias, é um...vazio? não é vazio, a palavra. é uma tristeza quieta, quente, dessas q não latejam, mas são fundas, sabe? de saber q uma coisa tão bonita em mim está morrendo. q plantei um jardim q eu me recuso a regar, q eu qro, espero [e tou sentada-parada-olhando!] as flores secarem, murcharem, caírem. e começou a nascer a vontade de saber como sou eu com outra pessoa, pra descobrir todas essas tantas coisas - sem metade, sem espera, sem passado - mas eu inteira. e é estranho isso. não é 'tão cedo'? não sei. mas q é bom, é bom, sim.
é como eu disse outro dia.
não dá pra morrer duas vezes a mesma morte.
agora eu morri, tb. mas parece que morri pra viver.
sei q na empresa essa semana disseram q eu pareço ser meio rebeldezinha em relacionamento. COMO ASSIM, BIAL? 'do tipo q não é de mto nhém nhém nhém, mimimi, q faz as coisas sozinha, não fica dando lado'. oO pensei logo: jura q essa é a imagem q eu passo? depois pensei q, eu não sei mesmo q imagem é q eu passo, pq talvez eu nem saiba como eu sou.rs
explicar q focinho de porco não é tomada, né. pô, eu sou independente - nunca fui tanto. me viro sozinha numa booooa. daí nasce minha idéia de 'romantismo'. eu faço sozinha, mas gostaria q vc fizesse comigo, sabe? adoraria, amaria. não sou da turma do 'eu te amo' toda hora, do mimimi, meu benzinho, meu amorzinho, meu amor-pra-vida-toda, razão da minha existência [ALÔOOO]. visto a roupa numa boa, aprendo, acostumo...mas o meu romantismo, é oq não é romantismo nas pessoas. e eu já levei na cara por isso.
se vc é tudo pra mim, eu gosto, adoro te falar. adoro dizer q senti falta, senti saudade. q sem vc não tem graça. q o sábado nem é sábado se não tiver vc, e q é pra vc q eu fico linda, me cuido. gosto de cuidar, mimar, bajular. acordar pra olhar dormir. mandar msg, email, cartão, carta. e eu adoro, adoooooro fazer as coisas 'em dupla'. pensar, decidir, resolver, sair, comprar, arrumar juntos. adoro. meu romantismo é sincero, é ser sincero, é deixar o outro saber o tanto q eu gosto, adoro, admiro. eu não forço: flui. e isso é tudo de mim q eu sei, qdo é pra ser eu com os outros...e falta mta coisa pra saber. e como já fui cobrada em outro sentido, não sei se oq eu sou realmente, é suficiente pra ser amor, pra demonstrar amor, pra que a outra pessoa tb se sinta amada.
e tudo q eu tenho sentido nos últimos dias, é um...vazio? não é vazio, a palavra. é uma tristeza quieta, quente, dessas q não latejam, mas são fundas, sabe? de saber q uma coisa tão bonita em mim está morrendo. q plantei um jardim q eu me recuso a regar, q eu qro, espero [e tou sentada-parada-olhando!] as flores secarem, murcharem, caírem. e começou a nascer a vontade de saber como sou eu com outra pessoa, pra descobrir todas essas tantas coisas - sem metade, sem espera, sem passado - mas eu inteira. e é estranho isso. não é 'tão cedo'? não sei. mas q é bom, é bom, sim.
é como eu disse outro dia.
não dá pra morrer duas vezes a mesma morte.
agora eu morri, tb. mas parece que morri pra viver.
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