“Tudo isso vai passar”, eu penso cada vez que ajeito os óculos no rosto, dou um gole na água gelada (pra me manter acordada), mudo as pernas sobre a mesa do computador e viro mais uma página de algum livro, nessas madrugadas de tcc, quando eu tenho vontade é de deitar e ver um filme, ou ler um livro bom, ou sair pra dançar.
“Tudo isso vai passar”, eu penso cada vez que dou uma polida no coração, sabendo que ele vai enxer de pó daqui a pouco de novo, sabendo que esse bater forte é só interno, mas que no restante do tempo ele bate no ritmo calmo e lento dos dias comuns, e que isso não me agrada sempre.
“Tudo isso vai passar”, eu penso cada vez que recebo uma msg sem assinatura no celular, em horários estranhos e dias inesperados, como se não soubesse quem é, e não me perguntasse por quê. repito tb sempre que sumo com mais alguma coisa que insiste em aparecer, entre tantas coisas que eu ‘desapareci’ da minha vida, às vezes até mesmo na forma de uma noticia, que eu finjo não ser assunto e deixo de lado.
“Tudo isso vai passar”, eu penso cada vez que sinto falta de alguém pra passar a mão nas minhas costas de madrugada ou pra contar uma novidade boa, mesmo sabendo que às vezes o preço por isso é tão alto, tão alto, que me deixa sem saber onde pôr as mãos ou com que pernas caminhar, então eu prefiro me recolher.
“Tudo isso vai passar”, eu penso cada vez que eu lembro que tenho 21 anos, e que ainda tem mta água pra passar por essa ponte, mto espinho pra pisar e mta flor pra colher. cada vez que eu penso que todo o medo e cautela do mundo não vão evitar certos tombos, nem toda esperança ser o suficiente pra adivinhar tanta coisa boa. cada vez que eu penso que a vida é ela mesma e vai ser ela mesma independente dos meus xiliques e crises de riso.
“Tudo isso vai passar”, eu penso cada vez que dou uma polida no coração, sabendo que ele vai enxer de pó daqui a pouco de novo, sabendo que esse bater forte é só interno, mas que no restante do tempo ele bate no ritmo calmo e lento dos dias comuns, e que isso não me agrada sempre.
“Tudo isso vai passar”, eu penso cada vez que recebo uma msg sem assinatura no celular, em horários estranhos e dias inesperados, como se não soubesse quem é, e não me perguntasse por quê. repito tb sempre que sumo com mais alguma coisa que insiste em aparecer, entre tantas coisas que eu ‘desapareci’ da minha vida, às vezes até mesmo na forma de uma noticia, que eu finjo não ser assunto e deixo de lado.
“Tudo isso vai passar”, eu penso cada vez que sinto falta de alguém pra passar a mão nas minhas costas de madrugada ou pra contar uma novidade boa, mesmo sabendo que às vezes o preço por isso é tão alto, tão alto, que me deixa sem saber onde pôr as mãos ou com que pernas caminhar, então eu prefiro me recolher.
“Tudo isso vai passar”, eu penso cada vez que eu lembro que tenho 21 anos, e que ainda tem mta água pra passar por essa ponte, mto espinho pra pisar e mta flor pra colher. cada vez que eu penso que todo o medo e cautela do mundo não vão evitar certos tombos, nem toda esperança ser o suficiente pra adivinhar tanta coisa boa. cada vez que eu penso que a vida é ela mesma e vai ser ela mesma independente dos meus xiliques e crises de riso.
Tudo isso vai passar.
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