[ Acordei com medo, sentindo medo, descansada, mas quase à exaustão de passar uma noite tensa, acordando a cada 40 minutos, sonhando com alguma coisa que eu não dou conta.
Acordei com medo, do que eu não sei e posso não saber nunca, do que eu não dou conta ainda e posso não dar conta nunca, das expectativas de tantas pessoas, do quanto tanto dos nossos planos pode dar errado por coisa pequena.
Acordei com medo do meu otimismo, dos meus desafios, das minhas cobranças, do quanto antecipo as coisas na minha cabeça, até mesmo um sofrimento que muitas vezes nem chego a ter, mas que me faz sofrer por não saber como vivê-lo. ]
Acordei com medo, com um puta medo.
Muito, muito medo.
Sabendo que 'atacar ou fugir fazem parte da luta,
o que não faz parte da luta é ficar paralisado de medo' (Paulo Coelho),
e sabendo que algum dos dois eu vou fazer,
mas mesmo assim com muito medo.
o que não faz parte da luta é ficar paralisado de medo' (Paulo Coelho),
e sabendo que algum dos dois eu vou fazer,
mas mesmo assim com muito medo.
Acordei com vontade de me esconder
de dizer a todo mundo que eu não sei fazer
de sumir do mundo, me fechar numa concha.
de dizer a todo mundo que eu não sei fazer
de sumir do mundo, me fechar numa concha.
Como isso é ruim... ]
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